Obs.: você está visualizando a versão para impressão desta página.
AcessibilidadeVer em LibrasCursor grandeEspaçar caracteresPausar animações

O que fazer e o que não fazer na hora de escolher um domínio#

  1. Início
  2. Blog
  3. Geral
  4. O que fazer e o que não fazer na hora de escolher um domínio
🔀
Dito de forma simplificada, o domínio é o endereço que os usuários usam para acessar um site na internet.
 
Todo domínio é composto de várias partes, sendo algumas opcionais e outras obrigatórias, conforme demonstrado no quadro abaixo.
 

 
Um domínio curto, legível, significativo e familiar faz toda a diferença para o sucesso de um site. Não à toa existe um mercado milionário de domínios, onde os melhores são comercializados a preços altos.
 
Mas então como fazer para conquistar um "bom lugar ao sol" nesse universo saturado e concorrido dos domínios? Eis a questão a responder aqui.
 
 

1. Sobre os domínios de topo#



O que deve nortear primariamente a escolha dos domínios de topo (genérico e/ou de país) é o propósito do site e o seu público-alvo.
 
Se o site é voltado para o público brasileiro, por exemplo, um *.br tende a ser uma boa escolha, especialmente se o seu propósito combina com um dos domínios de segundo nível disponíveis (*.com.br, *.ind.br, *.adv.br etc.).
 
No entanto, pode ser o caso de a opção escolhida já estar registrada ou nenhum dos domínios de topo candidatos daquele país combinarem bem com o propósito do site. Nestes casos, uma das opções é buscar domínios de topo alternativos não circunscritos ao país-alvo, como *.io, *.ai, *.me, *.pro e, a depender do propósito do site, *.blog, *.cloud, *.app, *.shop etc.
 
Os *.com e os *.net são opções também, mas seu uso indiscriminado como alternativa aos domínios nacionais deve ser evitado, pois embora costumem ser os domínios mais disputados (dada a sua tenência mundial), eles não são voltados ao público de nenhum país em particular. Em outras palavras, não são alternativas aos domínios de topo nacionais, e sim domínios que, idealmente, deveriam comportar a "versão internacional" do site local (geralmente, um site em inglês com links para os sites locais nos idiomas respectivos).
 
Uma última opção é usar o domínio de topo como parte do nome, tal como em "youtu.be", em "chap.eco" e em "osas.co". Essa abordagem, porém, requer muita cautela, pois não deixa de ser um "joguete" com o nome original do site, destoando da seriedade muitas vezes desejada, além de poder gerar confusão entre o que é nome e o que é domínio (exemplo: um "inter.us" talvez não parecerá ser o domínio de uma empresa chamada "Interus", mas sim de uma empresa chamada "Inter").
 
 

2. Evite subdomínios#


Para contornar a queda acentuada na oferta de domínios livres para registro, vem crescendo nos últimos anos o comércio de subdomínios. Essa opção, porém, possui diversas desvantagens.
 
Primeiro porque os sistemas de busca tendem - embora isso não seja uma regra geral - a desconfiar muito mais de sites hospedados em subdomínios do que de sites com domínio próprio. Além disso, a depender do caso, o subdomínio herdará parte da reputação do domínio principal, o que pode ser muito ruim.
 
Segundo porque a gestão DNS torna-se mais complexa e a interoperabilidade com algumas ferramentas, dessa forma, poderá sair prejudicada (exemplo: tal como o site, e-mails e outros serviços também precisarão se guiar pelo subdomínio).
 
Terceiro porque, nos casos em que o subdomínio é alugado, há o risco de perdê-lo com o tempo, seja devido a um desacordo comercial com o locador, seja pela saída deste do mercado, dentre outras possibilidades.
 
 

3. Handshake Domains têm futuro incerto e ainda não constituem uma solução#


Que tal um domínio "empresa.p", um "associacao.c" ou um "clube.1"? Essas terminações curtas, inovadoras e ainda pouco usadas estão disponíveis para registro no protocolo Handshake, o qual se vale de uma blockchain de nomes de domínios públicos onde as tabelas DNS são armazenadas.
 
O protocolo Handshake promete mais segurança para os usuários, domínios blindados contra a censura de governos autoritários, a descentralização do DNS e uma nova leva de nomes curtos disponíveis. Contudo, o Handshake ainda não foi aceito pela indústria, não é suportado pelos navegadores mais usados da atualidade, e seu uso em larga escala não passou pelo teste do tempo.
 
Em suma, não é uma solução por enquanto, embora mereça ser mantida no radar.
 
 

4. Mas e o nome em si?#


Antigamente, a escolha de um bom nome para um negócio era tida como pré-requisito à escolha de um bom domínio, visto que o domínio precisaria abarcar o nome, nem que fosse de forma abreviada.
 
Hoje ocorre o oposto: com a escassez de domínios livres para registro, o processo de "naming" passou a depender cada vez mais da busca prévia por domínios viáveis correspondentes.
 
E para a escolha de um nome comercial com domínio exato disponível, há na web algumas opções interessantes:
- No caso brasileiro, são disponibilizadas mensalmente duas listas de domínios em processo de liberação (a lista-processo-liberacao.txt e a lista-processo-competitivo.txt, cada qual com regras próprias);
- No caso dos domínios internacionais há vários sites bons que ajudam a monitorar os nomes em processo de liberação, um deles é o expireddomains.net.
 
Seja qual for a sua demanda, saiba que pode contar com a Ofen para o registro do seu domínio: ajudamos na pesquisa, pagamos a anuidade do seu primeiro domínio conosco e ainda gerimos o DNS.

Outras opções
ImprimirReportar erroTags:domínios, domínio, site, ser, nome, topo e são857 palavras8 min. para ler

Compartilhar artigo:
CompartilharPin itPublicarRecomendar
+55 (49) 3322-0820Fale conosco agora